segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Transtornos Psicológicos I





Oi gente!

Aqui estou eu, mais uma vez e hoje venho para falar sobre transtornos psicológicos. Ainda por cima, sobre dois muito usados em fanfics/originais policiais/criminais.

Há muito a se falar sobre Psicopatia e/ou Sociopatia.

Para começar, clinicamente falando, as duas são a mesma coisa: Transtorno da Personalidade Antissocial. É diagnosticado com a aplicação de um teste e a comparação dos resultados com a Escala de Hare, criada pelo psicólogo Robert Hare.
É composto de 20 itens de avaliação, cada um com notas de 0 a 2. Deve ser aplicada e interpretada por um profissional treinado. Nem todo psicólogo ou psiquiatra pode aplicar esse teste. O mais indicado é que seja aplicado por pessoas da área criminal ou forense.

Para não gerar mal-entendidos ou deixar muita gente aplicando esse teste de maneira errônea com os coleguinhas e com si mesmo e ficando achando que todo mundo é psicopata, eu não vou compartilhar o teste.

Segundo: os portadores desse distúrbio não são insanos. Esse transtorno ema nada compromete as capacidades mentais de alguém. Eles não são loucos.

Terceiro: uma pessoa má, não necessariamente é psicopata ou sociopata. Maldade não é algo relacionado somente a psicopatia. Uma pessoa pode ser má, egoísta e cometer grandes atos de crueldade sem ter esse transtorno.


O que define o Transtorno da Personalidade Antissocial é a incapacidade de um indivíduo sentir empatia, resultando em descaso com o bem-estar do outro e sérios prejuízos aos que convivem com quem possuí tal transtorno.
Esse desvio de caráter costuma ir se estruturando desde a infância.
Por isso, na maioria das vezes, alguns dos seus sintomas podem ser observados nesta fase e/ou na adolescência, por meio de comportamentos agressivos que, durante estes períodos, são denominados de transtornos de conduta.
Não demonstram empatia, são interesseiros egoístas e manipuladores. Conforme se tornam adultos, o transtorno tende a se cronificar e causar ada vez mais prejuízos na vida do próprio indivíduo e especialmente na de quem convive com ele.

Um mito muito comum é associar assassinos a psicopatas e sociopatas, quando apenas 1% dos psicopatas chegam realmente a matar alguém.


Sociopatia e Psicopatia são diferenciadas mais para o uso criminal. Embora ainda não seja um fato estabelecido, os pesquisadores tendem a considerar que a psicopatia é genética. Enquanto que a sociopatia possui como causa não só a genética, a predisposição hereditária, mas também a influência do ambiente é fundamental para a sua eclosão.
Em resumo, eu poderia dizer que psicopatia é algo que já nasce com o indivíduo, enquanto a sociopatia é algo construído.

Nessa construção, fatores decisivos são uma infância com os pais ou responsáveis ausentes ou mesmo (e na maior parte dos casos) abusivos. Infância solitária em um ambiente de pobreza e/ou hostilização na escola e outros meios.
Podem ter QI (Quociente de Inteligência) extremamente alto ou extremamente baixo, emboa sejam geralmente associados com a genialidade.

Ambas têm algumas coisas em comum:

Desrespeito pelas leis e normas sociais;
Desrespeito pelo direito dos outros;
Incapacidade de remorso ou culpa;
Tendência a exibir comportamento violento ou explosões de fúria.

"Então você quer dizer que eles são anárquicos, que nem o Coringa do Heath Ledger?" Não.
Uma vez eu li um artigo escrito por uma sociopata clinicamente diagnosticada como tal. Ela relatou que uma vez ela queria subir para o segundo andar do shopping, mas a escadas rolante estava desligada e interditada.
Ela começou a subir por ali e, quando o segurança foi repreendê-la, ela quase teve uma explosão de fúria, e relatou que fantasiou em bater a cabeça dele no corrimão.
Porém, ela escolheu seguir o caminho dela. Sim, pela mesma escada.
Espero que o exemplo tenha ajudado.

Exemplo esse que também mostra o que eu venho dizendo mais acima: nem todo psicopata ou sociopata chega a ser um assassino.
Ela pode ter desejado que o segurança morresse, mas não fez nenhum movimento de violência.
Um psicopata ou sociopata não é movido por um desejo frenético de matar. Esses são serial killers, e nem todos são psicopatas ou sociopatas. É, pois é.


A principal diferença apontada entre os dois casos é que, enquanto um se encaixa perfeitamente na sociedade, se camuflando perfeitamente, o outro, nem tanto. Embora eu tenha encontrado divergência entre qual é qual, para esse artigo vou manter os termos mais usados para cada grupo.

O psicopata é charmoso, inteligente, sempre procurando agradar e construir relações de confiança. Podem subir realmente alto em empresas apenas com o poder da lábia, sem realmente mostrar algum talento no trabalho que fazem. Podem falar habilmente de países que nunca visitaram, viagens que nunca fizeram.
São mestres de falácia. São organizados e eficientes quando resolvem fazer alguma coisa. Procuram sempre cargos de poder, onde podem sentir que estão manipulando e controlando a vida de pessoas.

Um sociopata, por sua vez, pode ser bem mais emocional do que o psicopata, e tão emocional quanto uma pessoa com empatia nula pode ser. Sua principal emoção é a raiva. É impaciente, por isso não consegue subir tanto na vida como seus colegas psicopatas.
Podem viver alheios à sociedade, pois são desorganizados mentalmente e incapazes de manter um relacionamento estável com qualquer um, seja família, amigos ou colegas de trabalho.
Não necessariamente violentos, porém, possuem mais pré-disposição para tal.


Pessoas com esse transtorno mental constituem 6% da população mundial, em uma porcentagem otimista. É muito provável que você já tenha cruzado em algum momento da sua vida com um psicopata ou um sociopata, e você não faz a menor ideia disso. O disfarce social deles é praticamente perfeito.

Estudos sobre esses indivíduos são difíceis de serem encontrados, justamente porque só podemos contar com entrevistas com criminosos, que só nos mostram o que há de pior nesse transtorno. Porém, existem portadores desse transtorno que podem passar a vida inteira sem machucar ou causar um dano irreversível a alguém, em qualquer nível.

É também o transtorno que causa mais fascinação entre as pessoas em geral, que sempre tentam desvendar o que há por trás da mente de pessoas tão frias, distantes e perigosas.
Ainda que não causem dano físico, psicopatas ou sociopatas podem fazer um grande estrago na vida social, emocional ou profissional de alguém.


Espero ter ajudado vocês.
Até o próximo post.
Beijos da Ana.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Antagonistas





Olá, queridos leitores do blog. Hoje venho com um post sobre nossos amados (ou nem tanto) antagonistas!

De acordo com o dicionário Houaiss, antagonista vem do grego antagōnistḗs (ἀνταγωνιστής) e significa "1. que ou o que age em sentido oposto; opositor. 2. que ou aquele que é contra alguém ou contra alguma coisa; adversário."
Perceba que, em ambas as definições, se fala sobre algo (ou alguém) que age em sentido contrário, detalhe valioso para se entender o que é antagonista na literatura: aquilo (ou aquele) que vai contra os objetivos do protagonista.

Historicamente, a título de curiosidade, deve-se a criação da figura antagonista a Ésquilo, um tragediógrafo grego famoso, sendo que, no início, o termo era empregado apenas para indicar o adversário principal do protagonista (ou seja, a "segunda" figura mais importante da trama".


Algumas observações importantes que você precisa ter em mente antes de inserir a figura antagonista na sua fanfic e/ou original:

Apesar de agir de forma contrária aos objetivos do protagonista, ele não é necessariamente o "vilão" da história; em certos casos, quando o protagonista é um anti-herói, o antagonista pode assumir o papel de "bonzinho" no enredo.

Ele não precisa ser uma personagem; pode ser o próprio local onde se passa o texto (o ambiente sertanejo de Vidas Secas, de Graciliano Ramos), um sentimento que o protagonista tem de enfrentar (o ciúme de Dom Casmurro, de Machado de Assis), um preconceito, desigualdades (Capitães da Areia, de Jorge Amado, trata das desigualdades socais), entre outros. Existem infinitas possibilidades.


O antagonista, assim como qualquer outra pessoa ou coisa na história, não precisa ter uma posição fixa durante todo o enredo, já que a intenção de o inserir ali não precisa ser obrigatoriamente maniqueísta (ou seja, traz uma visão dualista de Bem e Mal).

Exemplo: Vegeta, da saga Dragon Ball, era o antagonista em busca das Esferas do Dragão para obter a imortalidade e o domínio sobre a galáxia; com o passar do tempo, vendo que ele e os personagens tinham inimigos em comum, viu-se forçado a criar uma aliança com eles e virar anti-herói vingativo, buscando sempre ser melhor que Goku.


Mas, afinal, qual é a utilidade de um antagonista?

O antagonista é uma figura essencial em quase todo tipo de gênero em que seja possível encaixar personagens. Muitas histórias, na dinâmica entre os dois personagens, encontram o eixo principal de um enredo conciso, sólido e complexo. O que exige que eles tenham uma construção bem planejada. Não é preciso ir longe para descobrir isso: J. K. Rowling baseou uma saga incrível e famosa em protagonista (Harry Potter) e antagonista (Lord Voldemort).

É claro, contudo, que um enredo não se constrói apenas com isso. Mas muitos dos livros que vierem à sua mente nos próximos minutos terão essa rivalidade como o gênesis de tudo, garanto.

Sendo uma figura tão notável, é importante conhecê-la bem para criarmos nossas fanfics e/ou originais sem problemas, não é mesmo?


Como eu faço para ter um bom antagonista?

Assim como tudo humano não existe uma fórmula exata que crie magicamente um "antagonista perfeito". Entretanto, é importante que você procure ter a mesma atenção e foco na hora de criar o seu protagonista com o antagonista, pois, como já foi dito, ambos são muito importante.

Procure fugir do maniqueísmo: originalidade e/ou inovação, assim como tudo na escrita, são a alma do negócio.
E lembre-se: ainda que pareça difícil, pesquisar é muito importante e útil, afinal, é conhecendo o velho que se pode imaginar o novo.


Espero que esse post tenha ajudado-te a compreender um pouco mais sobre os antagonistas.
Até o próximo post.
Beijos da Ana.

Narração: Conflitos





Outro post novinho em folha para vocês.


Conflito. Algo que não desejamos em nossas vidas, mas que é indispensável para nossos queridos personagens. Afinal, sem ele não existe história.

Mas o que é conflito? Briga? Guerra? Pancadaria? Sim, mas não apenas isso. Vamos ver a definição da palavra do Diocionarioweb:

Oposição de interesses, sentimentos, ideias.
Luta, disputa, desentendimento.
Briga, confusão, tumulto, desordem.
Desentendimento entre países.
Conflito armado, guerra.

Conflito de jurisdição, situação em que dois órgãos judiciais pretendem conhecer de uma mesma questão ou a isso se recusam, por atribuir cada qual ao outro tal competência.

Psicanálise: Situação em que, no indivíduo, se opõem os impulsos primários e as solicitações ou interdições sociais e morais.


Conflito significa problema a ser resolvido. Como foi visto em outro artigo, personagens precisam de um objetivo. As metas fazem as pessoas se moverem, tomarem atitudes e fazerem escolhas. No entanto, cada movimento dos personagens, dá a você uma oportunidade de apresentar-lhes as forças do antagonismo.

O antagonismo não é necessariamente uma pessoa, embora normalmente ele seja apresentado na forma de um vilão. Mas essencialmente, é tudo aquilo que se posiciona entre a personagem e seu objetivo na cena. Todas as cenas, e a história em si, são elaborados em cima dos objetivos e dos conflitos que surgem. A estrutura é sempre a mesma:

Objetivo > ação > obstáculo


Exemplo:

Pedro quer beber água > Pedro se dirige ao bebedouro > O bebedouro está seco.


A partir disso, você pode criar toda uma cena, história ou simplesmente resolver a situação na próxima ação da personagem.

Se optar por criar uma cena inteira a partir dessa situação, você pode criar conflitos atrás de conflitos. O importante aqui é ter o cuidado de que cada novo conflito seja maior e mais desafiante que o anterior.


Exemplo:

Pedro continua com sede > procura por um bar e pede água ao atendente > o homem, meio rabugento, diz: custa dois reais. Pedro enfia as mãos no bolso e tira apenas uma moeda de cinco centavos.

Pedro continua com sede > diz ao homem que serve água da torneira > o homem diz que o bairro inteiro está sem abastecimento de água desde as sete da manhã.


Percebam que a resolução do conflito parece estar cada vez mais além da capacidade do protagonista resolver a situação.

Conflitos são naturais na vida do ser humano. Passamos por eles, muitas vezes sem perceber. Normalmente xingamos reclamamos e nos estressamos com eles. Mas precisamos entender que eles nos fazem crescer e amadurecer. Use os conflitos de sua história para criar a evolução dos personagens.



Existem três níveis de conflito: interno, pessoa, extra-pessoal.


a) Conflito Interno

São aqueles em que o conflito está no próprio personagem. Ele mesmo é sua limitação e obstáculo. Seu corpo, sua mente, seus sentimentos o atrapalham. São lutadores fracos, alunos incapazes, paqueradores tímidos, empregados incompetentes. As possibilidades são infinitas.

O mais básico dos conflitos internos é o de origem física. O personagem não tem força ou capacidade de executar sua tarefa.

Exemplo:

Naruto quer ser o Hokage > Naruto treina para aprender jutsus poderosos > Naruto é incapaz de aprender.

Keichi quer namorar com Belldandy > Keichi vai se declarar a ela > Keichi é muito tímido.


Esse tipo de conflito é interessante quando trabalhado na esfera psicológica.

Exemplo:

 Shinji quer mostrar seu valor a seu pai : Shinji resolve pilotar o EVA para impressioná-lo - Shinji é mentalmente desequilibrado e pilotar o EVA é traumatizante, o que lhe causa danos psicológicos.


Ainda temos conflitos internos de cunho sentimental.

Exemplo:

Spiderman quer salvar uma vítima das garras do vilão > Spiderman parte para cima do vilão com tudo, antes que o malfeitor jogue a vítima da ponte > O vilão é o pai do melhor amigo do herói. Spiderman precisa escolher entre matá-lo e deixar a vítima morrer.


Ou ainda alguém pode se encontrar em conflito de seus desejos contra seus princípios e convicções.

Exemplo>

Batman que deter o Coringa > Coringa só pode ser detido se for morto > Batman não mata.


Conflitos internos revelam o homem como pior inimigo de si mesmo. Lembre-se que esses conflitos não são a resposta afinal, e sim a apresentação do problema. A partir disso, os personagens lutarão para superá-los ou encontrar outra solução até então ignorada.



b) Conflito Pessoal

São conflitos com outras pessoas. Alguém se coloca diante do personagem e seu objetivo, com clara intenção de impedi-lo. Ou talvez simplesmente está no lugar errado, na hora errada.

O mais básico dos conflitos pessoais nas histórias ocorre entre heróis e vilões.


Exemplo:

Professor Xavier quer unir humanos e mutantes > Xavier convoca os mutantes e prega sua causa aos humanos > Magneto quer que os mutantes dominem os humanos e convoca mutantes para seu grupo "terrorista" e ataca os humanos.


Mas podemos criar inúmeras situações diferentes. Por exemplo, conflitos entre parceiros:

Kira quer um parceiro para usar em suas táticas de assassinato > Kira resolve usar Misa > Misa é tapada e descuidada, atrapalhando seus planos.

Nana quer ser amada por alguém > Nana se encontra com um homem que conhece por acaso > O homem é casado e não a ama.

Roscharch quer colocar os Minutema na ativa novamente > Rorcharch visita cada ex-membro do grupo para convocá-los > Todos estão vivendo outras vidas e recusam ao chamado.

Obi Wan quer resolver uma missão > Obi Wan sai para a missão com seu discípulo Anakin > Anakin é insubmisso, impulsivo e arrogante, colocando a vida de ambos em risco.


As pessoas são antagonistas uma das outras, mesmo no sentido mais figurado e indireto da palavra. Podem estar presentes em lutas, no ambiente de trabalho, dentro de casa. Pode ser uma batalha para salvar o mundo ou em uma discussão entre marido e mulher para decidir quem levará a louça.


c) Conflito Extra-pessoal

O obstáculo não são pessoas, mas sim uma organização, uma entidade pública, um governo, uma força superior, um exército, o mundo, a natureza, deuses, o "azar".


Exemplos:

Luke Skywalker quer vingar sua família que foi assassinada > Luke parte para o espaço com Obi Wan para lutar contra quem matou sua família > Luke precisa enfrentar o Império Galático.

Spiderman quer salvar as pessoas > Spiderman salva as pessoas > O Clarin Diário mostra o herói como uma ameaça pública, colocando a política contra ele.

L quer parar o assassinato de criminosos > L investiga os assassinatos > Descobre que existem deuses da morte envolvidos na história.

Keichi e Belldandy querem ficar juntos > Kenchi e Belldandy vão morar juntos > O céu vira um caos e os deuses superiores ordenam o retorno de Belldandy à sua função celestial.

Frodo quer destruir o Anel do poder > Frodo vai até a montanha destruir o Anel > Sauron coloca todo seu exército de criaturas monstruosas atrás de Frodo.

Leônidas quer proteger seu povo da invasão persa > Leônidas leva seus soldados à guerra > Leônidas precisa enfrentar um exército gigantesco, contando com apenas 300 homens ao seu lado.


Podemos ainda mencionar muitas outras possibilidades de conflitos extra-pessoais. Terráqueos em mundos alienígenas, igrejas e seus fiéis rebeldes, um messias não compreendido pelo mundo, um robô inteligente e os humanos, um operário lutando judicialmente contra a empresa onde trabalha, um viajante do tempo jogado em uma época diferente.

Mas lembre-se de que se uma organização estiver contra o personagem, não significa que os membros dessa organização também estejam. Eles apenas cumprem ordem. Por isso não é um conflito interpessoal. No entanto, durante o enredo você pode inserir um personagem dentro dessa organização que encarna esse antagonismo e representa os interesses do grupo ao qual ele pertence. Também pode inserir um que vá contra essa organização e se alia ao herói.


Exemplo:

Em Blade Runner, Deckard está caçando replicantes amotinados. Ele está lutando contra um grupo que defende seus próprios interesses. Porém, Roy, o líder do grupo, surge como o epicentro do motim, aquele que tem em si todas as convicções pessoais defendidas pelo grupo. Dentro da narrativa, a questão filosófica dos replicantes é mostrada por ele.

Já em Star Wars, Darth Vader, que antes pertencia ao Império Galático e defendia seus interesses, decide se voltar contra o Imperador e ajuda Luke.



Objetivos e conflitos são o motor de uma história. É através deles que conhecemos verdadeiramente os personagens que estão por trás da caracterização apresentada no início da narrativa. É o conflito que faz o personagem se esforçar, se superar e continuar se movendo. Que graça teria se nossos personagens conseguissem tudo o que quisessem sem esforço algum?


Desafio: Você tem algum exemplo destes três níveis de conflito? Conhece algum tipo de conflito que não foi mencionado aqui? Compartilhe conosco, comentando ali embaixo. Ajudem a enriquecer o post.

Isso é tudo.
Até o próximo.
Beijos da Ana.